A primeira filmagem que temos da Tailândia na memória, é a do trânsito colorido pelas milhares de scooters, conduzidas por pessoas que seguram o volante com a mão esquerda e, com a direita, um guarda-chuva de cor berrante que protege a famelga toda a bordo do forte e doloroso sol.
Recordamo-nos que ao chegar nos pusemos a contar gaiolas. A sorte ou a superstição deve ser tanta, que havia locais com uns 15 daqueles pássaros de cabelo relambido e espetado para trás, cada um na sua bela gaiola, a decorar ou a ocupar toda a fachada de entrada.
Ao entrar por terra, o visto é de apenas 15 dias, pelo que decidimos dividir Tailândia em duas, norte e sul. Passámos por Hat Yai, Ko Phi Phi, Puket, Ko Pha Ngan, Ko Tao e Bangkok, onde cruzámos para o Cambodja. De regresso de Laos iremos visitar o norte e publicaremos novo artigo!
Basicamente, o que abunda no sul são praias “OMG”, festa, álcool e “vida loca”! As ilhas Ko Phi Phi e Ko Pha Ngan são um bom exemplo disso. De noite, vê-se os mais incríveis espectáculos e jogos de fogo, as praias são lindas de morrer, o álcool é mais barato que água e vive-se la vida loca!
Em Ko Pha Ngan, uma vez por mês, faz-se um mega festão, a Full Moon Party, onde todos os jovens viajantes do sudoeste asiático tentam estar presentes. É obviamente a loucura total.
As Ko Phi Phi são um ponto estratégico para quem pretende visitar a Maya Bay, o lugar onde o filme “The Beach” foi filmado. Não é permitido passar lá a noite, o que faz com que as visitas sejam com V de volta e, consequentemente, o lugar se mantenha na sua pura beleza natural. É mesmo de se esfregar os olhos para ver melhor, seguido de um beliscão para se ter a certeza de que aquela visão inacreditável não é fruto de um sonho.
Jannik é o nome de um alemão que fala pelos cotovelos e viajava connosco há já alguns dias. A caminho de Puket, juntou-se a nós um australiano e, nesse dia, tivemos os quatro uma noite estranhamente divertida. Conversávamos ao jantar sobre os famosos “Ping pong show” e mostrávamos hesitantes a nossa curiosidade e vontade de assistir a um desses shows.
Logo à saída do restaurante estava um senhor com um placar na mão e a gritar em tom musical – ping pong show, ping pong show!
Mais uma vez hesitantes, trocámos entre nós olhares que diziam “ eu quero… tu queres?”
Logo de seguida, movemos as cabeças em concordância e fomos.
Para não entrar em pormenores, basta dizer que o “ping pong show” é para “meninos”. Consta-nos que “de lá” saem peixes, tartarugas, sapos e periquitos! Apagam velas e enchem balões! É inacreditável.
Superado o trauma, fomos passear pelas ruas de Patong. Um mix de músicas vindas de todos os lados, luzes e neons, meninas e ladyboys! Varões, bailarinas e strippers.
A história daquela noite é nossa, mas adiantamos que acabámos a noite às 5 am num bar manhoso, com “meninas Thai” a tentar puxar-nos para o varão.
A imagem que sempre tivemos na cabeça do que seria Bangkok, sem nunca lá termos ido, era definitivamente aquele lugar (Patong).
Depois deste episódio, andámos a saltitar de ilha em ilha, de praia bonita em praia bonita.
Os tailandeses estão demasiadamente habituados a turismo tipo “férias de luxo”. Até podem ser muita boa gente (e são) mas, primeiro que tudo, turista é dinheiro.
Em ko Pha Ngan tivemos um pequeno incidente de mota e queriam-nos cobrar 200€ por uns quantos risquinhos em autocolantes. Eles tinham os nossos passaportes e um documento igual ao que assinas sempre que queres alugar uma mota, mas que tinha uma nova alínea onde falava dos riscos -Upss !
Puxámos das actrizes que há em nós, chorámos, gritámos e esperneámos, mas o melhor deal que arranjámos foi dar-lhes o telemóvel em troca (pois… já não temos telemóveis).
Estávamos à espera que Bangkok fosse mil vezes mais tudo aquilo que tínhamos visto em Patong, mas não. Achámos aquilo bastante calminho e sossegado.
Senhores e senhoras, meninos e meninas. A Tailândia é o país que chega e basta para agradar a todos os gostos e mais alguns, sonhos, fantasias e vontades…!
Aviso:
Cuidado com os esquemas na fronteira para o Cambodja. Montam o cenário todo para fazer parecer que chegaste à fronteira e tens que tratar do visto. (Com pessoas vestidas de oficiais e tudo!) Preenchidos os papéis, pedem-te três vezes mais dinheiro do que aquilo que é suposto.
Aqui as tugas armaram a peixeirada. Levaram-nos até à verdadeira fronteira e ainda nos devolveram metade do preço do autocarro, pois alegávamos, e com razão, que tínhamos pago o bilhete até Siem Reap e, como íamos fazer os trâmites por nossa conta, o bus não ia esperar por nós.
Somos mesmo boas nisto!








sou a primeira… ahahahah
força ai camaradas. e caguem po telemovel. encontraram o leonardo dicaprio nessas praias? mil beijos… gogogogogogo
Aventuras, aventuras mas sem loucuras!!! Ping pong só de mesa, atirando a bolinha uma à outra e varão da roupa… muito bom dá muito jeito a roupa fica secinha num instante…. Continuem a divertirem-se, mas com muito juizinho e segurança. Ás vezes basta um momento de loucura para estragar tudo (mom’s talk…) Beijos muitos, saudades infinitas.
Boa Tugas … reclamem!!! nós desobrimos meio mundo e agora estamos muito caladinhos… reclamem nem que seja em lugares longinquos!!! mas sempre preservendo a vossa segurança, claro!!! Beijinhos cotinuem que eu continuo por aqui !!! São lindas!!!
quando puderes manda-me um e-mail
mis niñas ja la vao 5 meses!!!!…….. muita aventuras ao longo deste tempo que nem imaginavam. divertanse no entanto com muito juizo ok bjs muitos e saudades. mom
Ah grandes mulheres!! É isso mesmo, não deixar que nos passem a perna, citando o dito (;
As praias parecem maravilhosas, mesmo à catálogo de viagens. foi um bom descanso. Não cheguei a perceber o ping pong show x:
beijinho grande